quarta-feira, 27 de novembro de 2013

27 de Agosto - Dia de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa






Você  aqui está em um lugar de peregrinação. Nesta Capela, a Virgem Maria apareceu em 1830, a uma noviça das Filhas da Caridade, Santa Catarina Labouré, para oferecer ao mundo uma medalha.

Este simples objeto, destinado a todos sem acepção de pessoas, resume, pelo seu rico simbolismo, os mistérios da fé cristã


Quando estoura em Paris, em fevereiro de 1832, uma epidemia terrível de cólera, que fará mais de 20.000 mortos, as Filhas da Caridade começam a distribuir as primeiras medalhas. As curas multiplicam-se, assim como os sinais de proteções e conversões. Algo extraordinário acontece! O povo de Paris chama então a medalha de "milagrosa"


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

NOSSA SENOHRA DA MEDALHA MILAGROSA -



Mercredi 27 novembre
Fête de la Médaille Miraculeuse
Jeudi 28 novembre
Fête de Sainte Catherine Labouré
Vendredi 29 novembre
Anniversaire de la Fondation des Filles de la Charité
Lundi 9 décembre - Solennité de l'Immaculée Conception
(Attention ! L'Immaculée Conception
est reportée au Lundi 9 décembre)

domingo, 24 de novembro de 2013


JESUS, 
EU CONFIO EM TI ! 
ORAÇÃO LINDA DA GLORIA S. RIBEIRO

MENSAGEM DE JESUS


.
.
.


Por que te confundes e te agitas diante dos problemas da vida?
Deixas que eu cuide de todas as tuas coisas e tudo será melhor.
Quando tu te entregares a mim,  tudo se resolverá com tranqüilidade segundo meus desígnios.
Não te desesperes, não me dirijas uma oração agitada,  como se quisesse exigir o cumprimento dos teus desejos.
Feche os olhos da alma e diga-me com calma:

Jesus, eu confio em Ti. 
Evite as preocupações,  as angústias e os pensamentos sobre o que pode acontecer depois.
Não queiras mudar os meus planos , querendo impor tuas idéias.
Deixa-me ser Deus em tua vida e atuar com liberdade.
Abandone-se totalmente em mim.
Repouse em mim e deixe minhas mãos tocar no teu coração.
Diga-me freqüentemente:

Jesus, eu confio em Ti.
 O que mais te causa danos são tuas razões, tuas próprias idéias e tu querer  resolver as coisas a tua maneira.
Quando me disseres:
 Jesus eu confio em Ti,
não sejas como o paciente que pede ao médico que o cure e lhe sugere o modo como fazer.
Deixe se levar em meus braços divinos, não tenhas medo.  
Eu te amo!  

Se te parecer que as coisas pioram ou se complicam apesar de tua oração, siga confiando.
Feche os olhos da alma e confia. Continue dizendo a toda hora: 
Jesus, eu confio em Ti. 

Necessito de tuas mãos livres para fazer minha obra. 
Mesmo que a dor seja tão forte, a ponto de derramar lágrimas.
Estarei contigo e com a tua família em todos os momentos.
Diga: 
Jesus, eu confio em Ti. 
Confia só em mim, entregue-se a mim,coloque  todas as tuas tristezas em minhas mãos, quero te ver feliz, 
eu te criei para ser feliz
Diga-me sempre: 
Jesus, eu confio em Ti.
E verás acontecer milagres.
EU TE PROMETO POR MEU AMOR
POIS, SEMPRE ESPERAREI POR TI...
NUNCA DESISTIREI DE TI...
TU ÉS MEU FILHO...
TU ÉS MINHA FILHA...
E ... 
... EU TE AMO ! 
NÃO TENHAS MEDO,
ME DÊ TUA MÃO...

(JESUS)

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

TEMPO DO ADVENTO  -  TANIA CHIES





Na próxima semana, dia 27 de novembro, a Igreja inicia o novo Ano Litúrgico com a celebração do 1º Domingo do Advento.
Diferentemente do ano civil, com o Tempo do Advento, a Liturgia da Igreja inicia um novo ciclo para as leituras bíblicas dominicais, do ano B, no conjunto, marcadas pelo evangelista Marcos.
Toda a existência cristã é caracterizada pelo Advento-Vinda, o que vale dizer que somos peregrinos na história, a caminho da pátria definitiva. O Senhor permanentemente vem ao nosso encontro, caminha conosco e mantém viva a nossa esperança.

Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo.
Além da coroa com velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas. As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, o ato de acender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas.

O tempo do Advento conduz a Igreja ao limiar de sua existência, daí que a grande característica do Advento deverá ser a esperança. Enquanto esperamos o amanhã, feliz e desejado, trabalhamos no presente, atual e esperançoso e olhamos o passado e nos lembramos de ter tido o Messias entre nós.

O Reino messiânico já está presente pela justificação e pela graça. Mas ainda não está plenamente presente nos corações dos que creem no Senhor Jesus. É preciso que Ele venha para que se instaure o Reino de justiça, de paz, de reconciliação, onde todos se reconheçam irmãos.

“O melhor da festa é esperar por ela”, diz um ditado popular. Do ponto de vista humano, a espera e a preparação de um acontecimento são tão importantes quanto o evento. Daí a necessidade de fazermos uma avaliação do que significa e de como vivenciamos o tempo do Advento em nossas comunidades. Que importância damos ao tempo do Advento?

Com atenta vigilância, alegre expectativa e renovada esperança, vivamos o Tempo do Advento retomando o seguimento de Jesus, tornando-nos, como ele, discípulos missionários da vida e da paz, fazendo crescer em nós e em nossas comunidades a certeza de que ele continua vindo através de nós.

sábado, 16 de novembro de 2013

MARIA NOSSA MÃE - ELEANOR FALCI


Maria nossa Mãe querida, colocai vossas mãos sobre nós, guardai nossa mente, coração e sentidos para que não cometamos nenhum pecado, santificai nossos pensamentos, palavras e ações para que não caiamos em nenhuma tentação e assim possamos agradar a vos e ao vosso filho Jesus. Maria, dai-nos a vossa Benção no dia de hoje, Amém!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A COMUNHÃO DOS SANTOS - PAROQUIA SÃO CONRADO - ISIS PENIDO




O Catecismo da Igreja Católica recorda-nos que com esta expressão se entendem duas realidades: a comunhão com as coisas santas e a comunhão entre as pessoas santas (n. 948). Meditemos sobre o segundo significado: trata-se das verdades mais consoladoras da nossa fé, porque nos recorda que não estamos sozinhos, mas existe uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo.

Uma comunhão que nasce da fé; com efeito, o termo “santos” refere-se àqueles que acreditam no Senhor Jesus e são incorporados nele na Igreja, mediante o Batismo. Por isso, os primeiros cristãos chamavam-se também “santos” 

A IGREJA É COMUNHÃO COM DEUS, FAMILIARIDADE COM DEUS, COMUNHÃO DE AMOR COM CRISTO E COM O PAI NO ESPÍRITO SANTO, QUE SE PROLONGA NUMA COMUNHÃO FRATERNA. A EXPERIÊNCIA DA COMUNHÃO FRATERNA LEVA-ME À COMUNHÃO COM DEUS



Estarmos unidos entre nós leva-nos a permanecer unidos a Deus, conduz-nos para este vínculo com 

Deus que é nosso Pai. Eis o segundo aspecto da comunhão dos santos, que eu gostaria de ressaltar: a nossa fé tem necessidade da ajuda dos outros, especialmente nos momentos difíceis. Se estivermos unidos, a nossa fé fortalecer-se-á. Como é bom amparar-nos uns aos outros na maravilhosa aventura da fé! 

Digo isto porque a tendência a fechar-nos no privado influenciou também o âmbito religioso, de tal modo que muitas vezes temos dificuldade em pedir a ajuda espiritual de quantos compartilham conosco a experiência cristã. 

Quem de nós nunca sentiu insegurança, confusão e até 



dúvidas no caminho da fé? Todos nós vivemos isto, e eu 



também: faz parte do caminho da fé, faz parte da nossa 



vida. Nada disto nos deve admirar, porque somos seres 



humanos, marcados pela fragilidade e limites; todos nós 



somos frágeis, todos temos limites. 



Esta união entre nós vai mais além e continua na outra vida; trata-se de uma união espiritual que deriva do Batismo e não é interrompida pela morte mas, graças a Cristo ressuscitado, está destinada a encontrar a sua plenitude na vida eterna. 

Todos os baptizados da terra, as almas do Purgatório e 

todos os beatos que já se encontram no Paraíso formam 

uma única grande Família. Esta comunhão entre a terra e o 

Céu realiza-se especialmente na prece de intercessão.

Estimados amigos, dispomos desta beleza! 

sábado, 2 de novembro de 2013

FINADOS - Dom Benedicto de Ulhoa Vieira




Dia dos finados – dia de oração em favor dos que partiram.


Hoje, as peregrinações ao cemitério se intensificam. Todos querem levar uma flor à sepultura daquele que partiu, deixando um vazio de tristeza aos que ficaram. Pode, para muitos, ser um dia de saudade e de recordação. Para nós, cristãos, a visão da morte é diferente. Não que não nos traga tristeza. Mas há, na recordaçãodos mortos, um luminoso raio de alegria.

No prefácio da Missa dos mortos, a Igreja lembra esta confortadora esperança: “Aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Para os que crêem, a vida não é tirada, mas transformada. E desfeita a nossa habitação terrestre, nos é dada no céu uma eterna mansão”.

O mesmo nos diz São Paulo (2° Cor. 5,1): Se nossa tenda for destruída, teremos no céu morada eterna, feita não por mãos humanas. É que para nós, cristãos, a morte não é o fim. É passagem, como o é a do nascimento da criança, que passa do escuro do seio materno para a luz do dia.

Não é possível fugir da morte. A vida, na visão do salmista (Salmo 89) é como a flor viçosa na madrugada que reabre em sorrisos para a aurora, mas que à tarde fenece e fica seca. Há, no culto dos mortos, talvez o desejo inconsciente de que eles estivessem vivos, bem perto de nós. Enfeitam-se os enterros de flores. Erguem-se monumentos nos cemitérios com afetuosas inscrições. Conservam-se nas paredes os retratos dos entes queridos. Temos medo de esquecer os nossos, que partiram. E eles não voltam para nos falar. 

O Senhor Jesus já nos avisou. Por isto, é oportuno lembrar, no dia dos mortos, a colorida parábola, que São Lucas registra (Lc. 16,19) do homem rico e do pobre mendigo que vegetava na sua porta. Os dois morreram. Quando o rico pede ao Senhor para que o pobre volte à terra a fim de advertir os descuidadossobre o perigo de serem também eles castigados, a resposta divina é peremptória: a distância é intransponível. Não pode quem lá está voltar nem sequer para advertir os incautos. É a palavra do Mestre.

O que fazer pelos mortos? O 2º livro dos Macabeus (2º Mac. 12) responde: rezar por quem morreu, que é sinal de fé na ressurreição dos mortos. Dia dos finados – dia de oração em favor dos que partiram.


Dom Benedicto de Ulhoa Vieira