sexta-feira, 28 de março de 2014

quarta-feira, 19 de março de 2014

19 de março dia de São José






O culto a São José começou provavelmente no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o papa Pio IX o proclamou "O Patrono da Igreja Universal" e, a partir de então, passou a ser cultuado no dia 19 de março.
Em 1955 Pio XII fixou o dia 1º de maio para "São José Operário, o trabalhador".
Apesar de ter grande importância dentro da Igreja Católica, o nome de São José não é muito citado dentro das fontes bibliográficas da Igreja, sendo apenas mencionado nos Evangelhos de S. Lucas e S. Mateus.
Descendente de Davi, São José era carpinteiro na Galiléia e comprometido com Maria. Segundo a tradição popular, a mão de Maria era aspirada por muitos pretendentes, porém, foi a José que ela foi concedida.
Quando Maria recebeu a anunciação do anjo Gabriel de que daria à luz ao Menino Jesus, José ficou bastante confuso porque apesar de não ter tomado parte na gravidez, confiava na fidelidade dela. Resolveu, então, terminar o noivado e deixá-la secretamente, sem comentar nada com ninguém. Porém, em um sonho, um anjo lhe apareceu e contou que o Menino era Filho de Deus e que ele deveria manter o casamento.
José esteve ao lado de Maria em todos os momentos, principalmente na hora do parto, que aconteceu em um estábulo, em Belém.
Quando Jesus tinha dois anos, José foi novamente avisado por um anjo que deveria fugir de Belém para o Egito, porque todas as crianças do sexo masculino estavam sendo exterminadas, por ordem de Herodes.
José, Maria e Jesus fugiram para o Egito e permaneceram lá até que um anjo avisasse da morte de Herodes.
Temendo um sucessor do tirano, José levou a familia para Nazaré, uma cidade da Galiléia.
Outro momento da vida de Cristo em que José aparece na condição de Seu guardião foi na celebração da Páscoa Judaica, em Jerusalém, quando Jesus tina 12 anos.
Em companhia de muitos de seus vizinhos, José e Maria voltavam para a Galiléia com a certeza de que Jesus estava no meio do grupo.
Ao chegar a noite e não terem notícias de seu filho, regressaram para Jerusalém em uma busca que durou 3 dias.
 Para a surpresa do casal, Jesus foi encontrado no templo em meio aos doutores da lei mais eruditos, explicando coisas que o deixavam admirados.
Apesar da grande importância de José na vida de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte.
Acredita-se que José tenha morrido antes da crucificação de Cristo, quando este tinha 30 




quinta-feira, 13 de março de 2014

PAPA FRANCISCO - RONY MULLER



Em homenagem a primeiro ano pontificado do Papa Francisco vamos 

rezar por ele como ele pediu...


Primeiro ano do Papa Francisco


- Pontífice foi eleito em 13 de março de 2013 como líder da Igreja católica












quarta-feira, 12 de março de 2014

CLARA MAGALHÃES


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO - PAPA FRANCISCO


O SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO 

É UM SACRAMENTO DE CURA. 


QUANDO


 EU VOU CONFESSAR-ME É PARA


 CURAR-ME, CURAR A MINHA ALMA,


CURAR O CORAÇÃO E ALGO QUE FIZ 


NÃO FOI BOM.




Pope Francis: "Go to confession!"



O Sacramento da Penitência e da Reconciliação

surge diretamente do mistério pascal. De fato, na

 própria noite de Páscoa, o Senhor aparece aos

 discípulos, fechados no cenáculo, e depois de ter

 dirigido a eles a saudação “A paz esteja

 convosco”, soprou sobre eles e disse: “Recebeis o

 Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os

 pecados, ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20,21-23). 










Em segundo lugar, recorda-nos que somente se nos

 deixamos reconciliar no Senhor Jesus com o Pai e

 com os irmãos podemos estar verdadeiramente na

 paz. E todos sentimos isso no coração quando

 vamos confessar-nos, com um peso na alma, um

 pouco de tristeza; e quando recebemos o perdão de

 Jesus estamos em paz, com aquela paz da alma tão

 bela que somente Jesus pode dar, somente Ele.

.


No tempo, a celebração deste Sacramento passou 

de uma forma pública – porque no início se fazia


publicamente – àquela pessoal, à forma reservada


da Confissão. Isto, porém, não deve fazer perder a


matriz eclesial, que constitui o contexto vital. De 


fato, é a comunidade cristã o lugar no qual se torna


presente o Espírito, o qual renova os corações no


amor de Deus e faz de todos os irmãos uma só 


coisa, em Cristo Jesus. 




Na celebração deste Sacramento, o sacerdote não representa somente Deus, mas toda a comunidade, que se reconhece na fragilidade de cada um de seus membros, que escuta comovida o seu arrependimento, que se reconcilia com ele, que o encoraja e o acompanha no caminho de conversão e amadurecimento cristão. 

Alguém pode dizer: eu me confesso somente com Deus. Sim, você pode dizer a Deus “perdoa-me”, e dizer os teus pecados, mas os nossos pecados são também contra os irmãos, contra a Igreja. Por isto é necessário pedir perdão à Igreja, aos irmãos, na pessoa do sacerdote. “Mas, padre, eu me envergonho…”. Também a vergonha é boa, é saudável ter um pouco de vergonha, porque envergonhar-se é saudável. 

Quando uma pessoa não tem vergonha, no meu país dizemos que é um “sem vergonha”: um “sin verguenza”. Mas também a vergonha faz bem, porque nos faz mais humildes e o sacerdote recebe com amor e com ternura esta confissão e em nome de Deus perdoa. Também do ponto de vista humano, para desabafar, é bom falar com o irmão e dizer ao sacerdote estas coisas, que são tão pesadas no meu coração. E alguém sente que desabafa diante de Deus, com a Igreja, com o irmão. Não ter medo da Confissão! 


Alguém, quando está na fila para confessar-se, sente todas estas coisas, também a vergonha, mas depois quando termina a Confissão sai livre, grande, belo, perdoado, purificado, feliz. É este o bonito da Confissão! Eu gostaria de perguntar-vos – mas não digam em voz alta, cada um responda no seu coração – quando foi a última vez que você se confessou? Cada um pense… São dois dias, duas semanas, dois anos, vinte anos, quarenta anos? Cada um faça as contas, mas cada um diga a si mesmo: quando foi a última vez que eu me confessei? 


E se passou tanto tempo, não perder um dia a mais vá, que o sacerdote será bom. É Jesus ali e Jesus é o melhor dos sacerdotes, Jesus te recebe, recebe-te com tanto amor. 
Seja corajoso e vá à Confissão!










Recordemos aquela bela parábola do filho que foi

 embora de sua casa com o seu dinheiro da herança;

 gastou todo o dinheiro e depois quando não tinha

 mais nada decidiu voltar pra casa, não como filho

mas como servo. Tanta culpa tinha em seu coração

 e tanta vergonha. A surpresa foi que quando

 começou a falar, a pedir perdão, o pai não o

 deixou falar, abraçou-o, beijou-o e fez festa. 

Mas eu vos digo: toda vez que nós nos confessamos

Deus nos abraça, Deus faz festa! Vamos adiante

 neste caminho. Que Deus vos abençoe!



CATEQUESE

Praça São Pedro – Vaticano

Quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014





quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

ACENDA UMA VELA - ANJO DA GUARDA -


ACENDA UMA VELA

Toda vez que você acende uma vela esta envia uma mensagem ao seu Anjo da Guarda que você está pedindo ajuda, que necessita de orientação e proteção. 

A energia espiritual necessária, então, entra na sua vida 
quando sua Alma precisa.

O fato real, físico e espiritual é que sempre que alguém acende uma vela esta chama e se transforma em uma energia espiritual.

Mesmo se você não disser nada, nem mesmo uma palavra de oração, mas simplesmente acender uma vela, isso irá criar e trazer uma energia espiritual em sua vida que vai lhe proteger e guiar.

Esta é a razão que em cada casa espiritual de adoração o costume é simplesmente acender uma vela e sentar-se calmamente e, depois, permitir que a energia espiritual chegue para abranger a sua vida com paz, amor, tranquilidade. Esta energia espiritual  sempre irá guiá-lo para seguir o caminho único e correto para o Espirito Santo de Deus.



Naturalmente, em alguns locais a energia de acender uma vela é mais forte que os outros, por exemplo, em um local de oração onde milhares de pessoas vão todos os dias para acender uma vela e rezar terá um efeito espiritual mais forte do que outro lugar, no entanto SEMPRE QUANDO e ONDE SEMPRE você acender uma vela ela irá transmitir sua mensagem ao Eterno Divino  Reino de Luz  que receberá sua mensagem e chegará perto de você para ajudá-lo.

O único objetivo real de nossa vida é aprender a estar conectado ao Divino Eterno Criador do Universo 
e acendendo uma vela você está afirmando um  compromisso espiritual com Deus.

Quanto mais vezes você  acende velas e quanto mais  reza, ora ou medita - o vínculo espiritual fica mais forte  com o Reino de Deus e da Luz e ao fazê-lo,  prepara-se para uma existência eterna  depois que a vida física termina.
Todas as pessoas espiritualmente iluminadas sentem a força desse amor, paz e espiritualidade, que é o propósito da nossa vida na Terra - para elevar nossas almas, enquanto vivos na Terra para estar em harmonia, paz, e em Unidade com Deus Pai-Filho e Espirito Santo.

Acenda uma vela sempre que você precisar de ajuda e você se sentirá mais forte espiritualmente, guiado e protegido.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

11 DE FEVEREIRO - DIA MUNDIAL DO ENFERMO




Cidade do Vaticano (RV) – Após recitar a Oração Mariana do Angelus na Praça São Pedro, neste domingo (9), o Papa Francisco recordou que no próximo dia 11 de fevereiro, será celebrado o Dia Mundial do Enfermo.
O Santo Padre observou ser esta “uma ocasião propícia para se colocar no centro da comunidade as pessoas doentes. Rezar com, e por elas, estar próximo a elas” e explicou que “a Mensagem para este dia foi inspirada numa expressão de São João: ‘Fé e Caridade: também nós devemos dar a vida pelos irmãos’ (1 Jo3,16).
A seguir, Francisco exortou a todos a imitar o comportamento de Jesus para com os doentes de todo o tipo. “O Senhor cuida de todos – disse – partilha o seu sofrimento e abre o coração à esperança”. Então, dirigiu suas palavras aos profissionais da saúde:
“Penso também a todos os profissionais da saúde. Que trabalho precioso que fazem! Muito obrigado pelo vosso precioso trabalho. Eles encontram todos os dias nos doentes não somente corpos marcados pela fragilidade, mas pessoas, às quais oferecem atenção e respostas adequadas. A dignidade da pessoa humana não se reduz nunca às suas faculdades ou capacidades e não diminui quando a pessoa está debilitada, inválida e necessitada de ajuda”.
A seguir, o Santo Padre dirigiu-se às tantas famílias, onde é normal cuidar de quem está doente, mas às vezes “as situações podem ser muito difíceis”:
“Tantos me escrevem e hoje gostaria de assegurar a minha oração para todas estas famílias e digo a elas: não tenham medo da fragilidade! Não tenham medo da fragilidade! Ajudai-vos uns aos outros com amor e sentireis a presença consoladora de Deus”.
Por fim, lembrou que a atitude generosa dos cristãos para com os doentes é ser “sal da terra e luz do mundo”. “Que a Virgem Maria nos ajude a praticar isto e dê a paz e conforto a todos os sofredores”, concluiu.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Mensagem de Eleonor Falci

Senhor Vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele, mandai vosso ESPIRITO SANTO, para abençoar nosso dia de hoje caminando com cada um de nós, AMEM!!!!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

CULTIVAR A ALEGRIA - GLORIA SEVERIANO RIBEIRO


Eclesiástico 30 22-27 



Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos.
A alegria do coração é a vida do homem e um inesgotável tesouro de santidade.

A alegria do homem torna mais longa a sua vida. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e sê firme; concentra teu coração na santidade e afasta a tristeza para longe de ti, pois a tristeza matou a muitos e não há nela utilidade alguma.

A inveja e a ira abreviam os dias e a inquietação, acarreta a velhice antes do tempo.

Um coração bondoso e nobre banqueteia-se continuamente, pois seus banquetes são preparados com solicitude.


Eclesiástico 30 22-27 - Cultivar a Alegria

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO




São Sebastião nasceu em Milão, na Itália, de acordo com Santo Ambrósio, por volta do século III, embora haja versões de que tenha nascido em Narbonne, na França. Pertencente a uma família cristã, foi batizado em criança. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano.

Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.

Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.

Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou.

Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.

São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro do município do Rio de Janeiro, dando seu nome à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. 

Reza a lenda que, na batalha final que expulsou os franceses que ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os franceses calvinistas.

Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo, celebrado em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

DOM ORANI TEMPESTA - MENSAGEM DE ISIS PENIDO




O Papa Francisco anunciou neste domingo, 12 de janeiro, a criação de 19 novos cardeaisprovenientes de doze diferentes países, entre os quais o único brasileiro foi o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta. A lista inclui responsáveis da Cúria Romana e várias dioceses. Dom Lorenzo Baldisseri, que foi Núncio Apostólico no Brasil, também foi nomeado. Dos novos, o Santo Padre uniu também ao Colégio Cardinalício três arcebispos eméritos, que – disse – se distinguiram pelo seu serviço à Santa Sé e à Igreja.
Agora o Brasil passa a ter dez cardeais, sendo atualmente cinco votantes (com menos de 80 anos), num eventual conclave. Os cardeais brasileiros são, além de Dom Orani, nomeado hoje: Dom Eusébio Oscar Scheid, do Rio de Janeiro; Dom Paulo Evaristo Arns, de São Paulo; Dom José Freire Falcão, de Brasília; Dom Serafim Fernandes de Araújo, de Belo Horizonte; Dom Cláudio Hummes, de São Paulo, e Dom Geraldo Majella Agnelo, de Salvador. Também os arcebispos Dom Odilo Pedro Scherer, de São Paulo; Dom Raymundo Damasceno Assis, de Aparecida e Dom João Braz de Aviz, atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano (os grifados são, atualmente, votantes).

Paulista de São José do Rio Pardo, Dom Orani João Tempesta, nasceu no dia 23 de junho de 1950, filho de Achille Tempesta e de Maria Bárbara de Oliveira. Religioso da Ordem Cisterciense, cursou Filosofia no Mosteiro de São Bento, em São Paulo (SP) e Teologia no Instituto de Teologia Pio XI, em São Paulo (SP).


Uma graça e uma grande responsabilidade
Quando foi feito o anúncio, Dom Orani estava nos estúdios da TV Brasil, onde celebrou, ao vivo, às 8h, a Santa Missa, com a presença da imagem peregrina de São Sebastião. 

Em entrevista aos veículos de comunicação da Arquidiocese, ele afirmou que a nomeação é uma graça e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade: "Em minha indignidade tenho certeza que a graça de Deus não me faltará para poder bem servir a Igreja nessa dimensão universal que é a dimensão do cardinalato. Peço a todos que continuem rezando por mim para que possa continuar servindo à Deus, à Igreja, como tenho servido até hoje, mas agora com essa responsabilidade maior, que se une as que já desenvolvo".

Os cardeais têm a tarefa de ajudar o sucessor de Pedro no desenvolvimento do seu ministério de confirmar os irmãos na fé e de ser princípio e fundamento da unidade e da comunhão da Igreja.


O anúncio

O anúncio foi feito no final da oração do Ângelus, realizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Conforme anunciado no dia 31 de outubro de 2013, o Consistório de criação dos novos cardeais será no dia 22 de fevereiro, na festa da Cátedra de São Pedro.
temp_titlebarretes_05012014045910Na ocasião, o Santo Padre entregará três símbolos importantes que estão diretamente ligados à vida e à missão de um cardeal: o barrete, o anel e o título cardinalício. Os cardeais estarão usando a veste cardinalícia, na cor vermelha, que representa o sangue do martírio e indica que cada cardeal de certa forma está pronto a dar a vida por Cristo e a sua Igreja em toda e qualquer circunstância.
O Consistório será realizado em meio a várias reuniões importantes, já determinada pelo Papa Francisco: a do Colégio Cardinalício, nos dias 17 e 18 de fevereiro; a terceira reunião do Conselho de Cardeais (dos oito cardeais); a reunião do Conselho do Sínodo, nos dias 24 e 25; e Conselho dos Cardeais para os assuntos econômicos e organizativos da Santa Sé (Conselho dos 15).
 O último consistório público, convocado pelo Papa Bento XVI, para a criação de seis novos cardeais, foi realizado no dia 24 de novembro de 2012. Até então, o Brasil já teve 20 cardeais. O primeiro, também da America Latina, criado em 1905, foi o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1850 - 1930).

 temp_titlecardeais_05012014044402Colégio Cardinalício

 O Colégio de Cardeais, cuja origem está ligada ao clero antigo da Igreja Romana, tem a função de eleger o sucessor de Pedro e aconselhá-lo em questões de maior importância. Seja nos escritórios da Cúria Romana ou em seus ministérios nas Igrejas locais em todo o mundo, os cardeais são chamados a partilhar de modo especial na solicitude do Papa para com a Igreja universal, promovendo a santidade, a comunhão e paz da Igreja A cor viva de suas vestes tem sido tradicionalmente vista como um sinal de seu compromisso de defender o rebanho de Cristo até o derramamento de seu sangue. (cf. Discurso de Bento XVI, na audiência com os novos cardeais, familiares e fiéis, em 26 de novembro de 2012).
Francisco seguiu a regra dos 120 cardeais eleitores com menos de 80 anos. Atualmente havia 13 lugares “vacantes”, outros 3 serão “vacantes” até o próximo mês de maio. Por isso o Papa escolheu 16 eleitores.
Dos 16 eleitores, 4 são membros da Cúria, portanto um quarto do total, e 12 são Arcebispo ou Bispos residenciais de países todos diferentes entre eles.A distribuição dos prelados residenciais eleitores está bem distribuída entre os diversos continentes:
Europa 2; América do Norte e Central 2; América do Sul 3; África2; Ásia 2.A escolha de cardeais do Burkina Faso e do Haiti indica a atenção pelos povos provados pela pobreza.
Foram escolhidos prelados residenciais também de sedes não tradicionamente “cardinalícias”, como Perúgiana Itália, Cotabato na Ilha de Mindanau nas Filipinas.Entre os cardeais não eleitores destaca-se a criação de Dom Capovilla, Secretário do Beato Papa João XXIII, que será canonizado no mês de abril.
O mais idoso é Dom Capovilla, 98 anos, e o mais jovem, Dom Langlois, 55 anos.Destaque o Brasil é a escolha por parte do Papa Fancisco de Dom Orani João Tempesta e do Arcebispo Dom Lorenzo Baldisseri, que por quase 10 anos foi Núncio Apostólico no Brasil e hoje é o Secretário do Sínodo dos Bispos.


Rito do Consistório

Após a proclamação das leituras e da alocução, o Santo Padre vai ler a fórmula de criação e proclamará solenemente os nomes dos novos cardeais, para os unir com “um vínculo mais estreito à Sé de Pedro”.
Depois terá lugar a profissão de fé e o juramento dos novos cardeais, de fidelidade e obediência ao Papa e seus sucessores, “agora e para sempre”. A profissão de fé, que faz parte do Símbolo niceno-constantinopolitano, é a síntese da fé da Igreja que cada um recebe no momento do Batismo.
temp_title2228253_4680_rec_05012014045033Cada um ajoelha-se, para receber o barrete cardinalício, que o Papa impõe “como sinal da dignidade do cardinalato”, significando que todos devem estar prontos a comportar-se “com fortaleza, até à efusão do sangue".
O Papa oferece ainda um anel aos novos cardeais para que se “reforce o amor pela Igreja”, seguindo-se a atribuição a cada cardeal uma igreja de Roma (título ou diaconia) – que simboliza a “participação na solicitude pastoral do Papa” na cidade -, bem como a entrega da bula de criação cardinalícia, momento selado or um abraço de paz.

Cátedra de São Pedro

A cátedra é a poltrona reservada ao bispo, da qual é derivado o nome catedral, a igreja na qual o bispo preside a liturgia e ensina o povo. 
A Cátedra de São Pedro, representada no fundo da Basílica Vaticana por uma monumental escultura de Bernini, é símbolo da especial missão de Pedro e dos seus sucessores de pastorear o rebanho de Cristo conduzindo-o unido na fé e na caridade.
Desde o inicio do segundo século, Santo Inácio de Antioquia atribuía à Igreja de Roma um singular primado, saudando-a, na sua carta aos romanos, como aquela que "preside a caridade".
Tal especial papel de serviço atribuído à Igreja Romana e ao seu bispo provém do fato que nesta cidade foi derramado o sangue dos apóstolos Pedro e Paulo, além de numerosos mártires. Assim, o testemunho do sangue e da caridade.
A Cátedra de Pedro, portanto, é sinal de autoridade, mas daquela de Cristo, baseada sobre a fé e sobre o amor.
(cf. Bento XVI, Oração do Ângelus, na Praça de São Pedro, Vaticano, em 19/02/2012)

temp_titlecardeais_12_03_05012014044014Curiosidades

O título de cardeal foi reconhecido pela primeira vez durante o pontificado de Silvestre I (314-335).
A princípio, o título era atribuído genericamente a pessoas a serviço de uma igreja ou diaconia, reservando-o mais tarde aos responsáveis das Igrejas titulares de Roma e das igrejas mais importantes da Itália e do estrangeiro.
O Colégio Cardinalício foi instituído em sua forma atual em 1150. Desde então, os cardeais têm sido os únicos eleitores do Papa a quem elegem em conclave, seguindo as últimas orientações da constituição apostólica de João Paulo II, a "Universi Dominici gregis", de 22 de fevereiro de 1996.
O número de cardeais variou até quase fins do século 16 e seguiu crescendo ao ritmo dos sucessivos desenvolvimentos dos assuntos da Igreja, mas sua internacionalização ficou acentuada nas últimas quatro décadas.
Paulo VI estendeu Colégio Cardinalício para incluir aos patriarcas orientais e fixou seu número em 120 membros.
Como conselheiros do Papa, os cardeais atuam colegialmente com ele através dos consistórios, que o Romano Pontífice convoca e se desenvolvem sob sua presidência. Os Consistórios podem ser ordinários ou extraordinários.

Significado da palavra cardeal

 A função de um cardeal é assistir o Papa em suas diversas competências. Os cardeais, agrupados no Colégio dos Cardeais, são também chamados de purpurados, pela cor vermelho-carmesim da sua indumentária. A etimologia do termo cardeal encontra-se no latim cardo/cardinis, em português gonzo ou eixo, algo que gira, neste caso em torno do Papa.