domingo, 1 de abril de 2018

DOMINGO DE PÁSCOA

      "Domingo de Páscoa"




O Domingo de Páscoa, é o dia em que até mesmo a mais pobre igreja
se reveste com seus melhores ornamentos, é o ápice do ano litúrgico.
É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da
Paixão e a alegria imensa depois da dor.
É uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao
acontecimento mais importante da humanidade:
a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.

São Paulo nos diz :"Aquele que ressuscitou Jesus Cristo devolverá a

vida a nossos corpos mortais". Não se pode compreender nem explicar
a grandeza da Páscoa cristã sem evocar a Páscoa Judaica, que Israel
festejava, e que os judeus ainda festejam, como festejaram os hebreus
há três mil anos.O próprio Cristo celebrou a Páscoa todos os anos
durante a sua vida terrena, segundo o ritual em vigor entre o povo
de Deus, até o último ano de sua vida, em cuja Páscoa aconteceu na
ceia e na instituição da Eucaristia.

Cristo, ao celebrar a Páscoa na Ceia, deu à comemoração tradicional da

libertação do povo judeu um sentido novo e muito mais amplo.
Não é a um povo, uma nação isolada que Ele liberta, mas ao mundo
inteiro, a que prepara para o Reino dos Céus. A Páscoa cristã, cheia de
profunda simbologia - celebra a proteção que Cristo não cessou nem
cessará de dispensar à Igreja.

A festa da Páscoa é, antes de tudo, a representação do acontecimento
chave da humanidade, a Ressurreição de Jesus depois de sua morte
consentida por Ele para o resgate e a reabilitação do homem caído.
Este acontecimento é um dado histórico inegável.Além de que todos os
evangelistas fizeram referência. São Paulo confirma como o historiador
que se apoia, não somente em provas, mas em testemunhos.

Este é o dia da esperança universal, o dia em que em torno ao

ressuscitado, se unem e se associam todos os sofrimentos humanos,as
desilusões, as humilhações,as cruzes, a dignidade humana violada,
a vida humana respeitada.

A Ressurreição nos revela a nossa vocação cristã e nossa missão:

aproximá-la a todos os homens. O homem não pode perder jamais a
esperança na vitória do bem sobre o mal.


Etimologia Pascal

A Igreja celebra o tempo de Páscoa, que vai desde o Domingo da

Ressurreição até o fim de Pentecostes -mais ou menos uns 50 dias-
como se fosse um só dia, o Grande Dia, antecipação do tempo
que não terá fim.

O ovo de Páscoa tem uma origem cristã. Na chamada "Idade Média",

o ovo não somente era visto como um alimento saboroso e precioso-
mas que além disso simbolizava a Cristo:assim como o ovo oculta uma
vida que brotará, a tumba de Jesus também oculta sua futura
ressurreição.

Em muitos países ainda se conserva a tradição de pintar e abençoar os
ovos de galinha antes do Domingo de Ramos, para depois comê-los no
Domingo de Páscoa.

O coelho de Páscoa é um símbolo cristão da Ressurreição. Seu uso

remonta à antigos predicadores do norte europeu que viam na lebre o
símbolo da Ascensão de Jesus e de como deve viver o cristão:as fortes
patas traseiras da lebre lhe permitem ir sempre para cima com
facilidade enquanto suas frágeis patas dianteiras dificultam a descida.

A Pomba ou "Colomba" pascal, um pão doce e enfeitado com a forma

de ave, é também um símbolo cristão. A forma de pomba era utilizada
muito freqüentemente nos antigos sacrários onde se reservava a
Eucaristia. O símbolo eucarístico se converteu logo no pão doce que
costuma ser compartilhado, em alguns países europeus, especialmente
na Itália no café da manhã de Páscoa e da "Pasquetta", a segunda-feira
de Páscoa.

É importante destacar esta passagem ao Novo Testamento:

o Missal indica neste momento diversos símbolos, tais como a
decoração do altar (luzes, flores), o canto do Glória e a aclamação do
Aleluia antes do Evangelho.
Também se ilumina de maneira mais plena a Igreja, já que durante as
leituras do Antigo Testamento deve estar iluminada de maneira discreta.


A celebração Eucarística é o ápice da Noite Pascoal.

É a Eucaristia central de todo o ano, mais importante que a do Natal
ou da Quinta-feira Santa. Cristo, o Senhor Ressuscitado, nos faz
participar do seu Corpo e do seu sangue, como memorial da sua Páscoa.
É o ponto mais importante da celebração.




 

  A Eucaristia

sábado, 31 de março de 2018

SÁBADO SANTO

» Semana Santa - Sábado santo



Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do
Senhor,meditando sua paixão e sua morte,sua descida à mansão dos
mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).

No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro.

Calam os sinos e os instrumentos.
É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa.
É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado.
O sacrário aberto e vazio.

A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada,

com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu.
Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade.
É o dia da ausência.  
Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão.
O próprio Cristo está calado.
Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito
da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro.
Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado".
Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra.

O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de
esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos
no desalento.

É um dia de meditação e silêncio.

Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma

duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no
sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que
pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja,
a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do
Tríduo Pascal.

Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos
no sepulcro.
 -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o
mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:

"...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se

rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o
estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo,
durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou
na cruz e o momento em que ressuscitou.
Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à
mansão dos mortos.
É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba
manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a
salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro".

Vigília Pascal

A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor,

segundo uma antiqüíssima tradição, de maneira que os fiéis,
seguindo a exortação do Evangelho tenham acesas as lâmpadas como
os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar,os
encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.

Liturgia da Palavra

Nela a Igreja confiada na Palavra e na promessa do Senhor, media as

maravilhas que desde os inícios Deus realizou com seu povo.

Liturgia Eucarística

Ao se aproximar o dia da Ressurreição, a Igreja é convidada a

participar do banquete eucarístico, que por sua Morte Ressurreição,
o Senhor preparou para seu povo.

Toda a celebração da Vigília Pascal é realizada durante a noite, de tal

maneira que não se deva começar antes de anoitecer, ou se termine a
aurora do Domingo.

A missa ainda que se celebre antes da meia noite, é a Missa Pascal do

Domingo da Ressurreição. Os que participam desta missa, podem
voltar a comungar na segunda Missa de Páscoa.

O sacerdote e os ministros se revestem de branco para a Missa.

Preparam-se os velas para todos os que participem da Vigília.


A Vigilia Pascoal

Segundo uma antiqüíssima tradição, esta é a noite de vigília em honra

do Senhor (Ex 12, 42). Os fiéis, tal como recomenda o evangelho
(Lc 12, 35-36),devem assemelhar-se aos criados,que com as lâmpadas
acesas nas mãos, esperam o retorno do seu senhor, para que quando
este chegue os encontre velando e os convide a sentar à sua mesa"
 A Páscoa do Senhor, a nossa Páscoa

Todos estes elementos especiais da Vigilia querem ressaltar o conteúdo

fundamental da Noite: a Páscoa do Senhor, a sua passagem da Morte
à Vida. Porém a Páscoa de Cristo é também a nossa Páscoa:
"na morte de Cristo nossa morte foi vencida e em sua ressurreição
ressuscitamos todos"

Cristo, ressuscitando, venceu a morte.


A celebração Eucarística é o ápice da Noite Pascoal
.
Cristo, o Senhor Ressuscitado, nos faz participar do seu Corpo e do
seu sangue, como memorial da sua Páscoa.
É o ponto mais importante da celebração.

sexta-feira, 30 de março de 2018

SEXTA-FEIRA SANTA



 Sexta-feira Santa. A cruz , erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João
contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado,
da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.

São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a contemplar o mistério da cruz

de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente.
E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote
e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.

Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.

A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria contempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um último, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.

A Celebração

Hoje não se celebra a missa em todo o mundo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia. São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.
Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

Ação litúrgica na Morte do Senhor


1. A ENTRADA


A impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias: os ministros entram em silêncio, sem canto, vestidos de cor vermelha, a cor do sangue, do martírio, se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.

2. Celebração da Palavra

Primeira Leitura
Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho. Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.

Leitura do Profeta Isaías 52, 13 ; 53

Eis que meu Servo há de prosperar, ele se elevará, será exaltado, será posto nas alturas.
Exatamente como multidões ficaram pasmadas à vista dele - tão desfigurado estava seu aspecto e a sua forma não parecia a de um homem - assim agora nações numerosas ficarão estupefactas a seu respeito,reis permanecerão silenciosos, ao verem coisas que não lhes haviam sido contadas e ao tomarem consciência de coisas que não tinham ouvido.
Quem creu naquilo que ouvimos, e a quem se revelou o braço do Senhor? Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota de uma terra seca; não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar.
Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos nenhum caso dele.
E no entanto, era as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores que ele carregava.
Mas nós o tinhamos como vítima do castigo, ferido por Deus e humilhado.
Mas ele foi trespassado por causa de nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniqüidades.
O castigo que havia de trazer-nos a paz, caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados.
Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.
Foi maltratado, mas livremente humilhou-se e não abriu a boca, como cordeiro conduzido ao matadouro; como uma ovelha que permanece muda na presença de seus tosquiadores ele não abriu a boca.
Após a detenção e julgamento, foi preso. Dentre os seus contemporâneos, quem se preocupou com o fato de ter ele sido cortado da terra dos vivos, de ter sido ferido pela transgressão do seu povo?
Deram sepultura com os ímpios, o seu túmulo está com os ricos, se bem que não tivesse praticado violência nem tivesse havido engano em sua boca.

Mas o Senhor quis feri-lo, submetê-lo à enfermidade. Mas, se ele oferece a sua vida como sacrifício pelo pecado, certamente verá uma descendência, prolongará os seus dias, e por meio dele o desígnio de Deus há de triunfar.
Após o trabalho fatigante de sua alma ele verá a luz e se fartará. Pelo seu conhecimento, o justo, meu Servo, justificará a muitos e levará sobre si as suas transgressões.
Eis porque lhe darei um quinhão entre as multidões; com os fortes repartirá os despojos, visto que entregou sua alma à morte e foi contado com os transgressores, mas na verdade levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores fez intercessão.

Palavra do Senhor

Salmo responsorial

Neste Salmo, recitado por Jesus na cruz, entrecruzam-se a confiança, a dor, a solidão e a súplica: com o Homem das dores, façamos nossa oração.

Senhor, em tuas mãos eu entrego meu espírito.

Senhor, eu me abrigo em ti: que eu nunca fique envergonhado; Salva-me por sua justiça. Liberta-me . em tuas mãos eu entrego meu espírito, é tu quem me resgatas, Senhor.

Pelos opressores todos que tenho já me tornei um escândalo; para meus vizinhos, um asco, e terror para meus amigos. Os que me vêem na rua fogem para longe de mim; fui esquecido, como um morto aos corações, estou como um objeto perdido.

Quanto a mim, Senhor, confio em ti, e digo: " tú és o meu Deus!". Meus tempos estão em tua mão: liberta-me da mão dos meus inimigos e perseguidores. Faze brilhar tua face sobre o teu servo, salva-me por teu amor. Sede firmes, fortalecei vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.

Segunda leitura
O Sacerdote é o que une Deus ao homem e os homens a Deus… Por isso Cristo é o perfeito Sacerdote: Deus e Homem. O Único e Sumo e Eterno Sacerdote. Do qual o Sacerdócio: o Papa, os Bispos, os sacerdotes e dos Diáconos unidos a Ele, são ministros, servidores, ajudantes…

Leitura da Carta aos Hebreus

Temos, portanto, um sumo sacerdote eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus. Permaneçamos, por isso, firmes na profissão de fé. Com efeito, não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna.

É ele que, nos dias de sua vida terrestre, apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte; e foi atendido por causa da sua submissão. Embora fosse Filho, aprendeu, contudo, a obediência pelo sofrimento; e, levado à perfeição, se tornou para todos os que lhe obedeceram princípio da salvação eterna.

Palavra do Senhor.

Versículo antes o Evangelho (Fl 2, 8-9)

Cristo, por nós, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o sobre exlatou grandemente e o agraciou com o Nome que é sobre todo o nome.

Como sempre, a celebração da Palavra, depois da homilia conclui-se com uma ORAÇÃO UNIVERSAL, que hoje tem mais sentido do que nunca: precisamente porque contemplamos a Cristo entregue na cruz como Redentor da humanidade, pedimos a Deus a salvação de todos, crentes e não crentes.

3. Adoração da Cruz

Depois das palavras passamos a um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz é apresentada solenemente a Cruz à comunidade, cantando três vezes a aclamação:

"Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS", e todos ajoelhados uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com um genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz ); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz :

4. A comunhão

Desde de 1955, quando Pio XII decidiu, na reforma que fez na Semana Santa, não somente o sacerdote - como até então - mas também os fiéis podem comungar com o Corpo de Cristo.

Ainda que hoje não haja propriamente Eucaristia, mas comungando do Pão consagrado na celebração de ontem, Quinta-feira Santa, expressamos nossa participação na morte salvadora de Cristo, recebendo seu "Corpo entregue por nós".

Sexta-feira da Paixāo


quinta-feira, 29 de março de 2018






Quinta-feira Santa - - Eucaristia: Sacramento do amor

Por: Dom Eduardo Koaik
Bispo Emérito de Piracicaba 



A celebração da Semana Santa encontra seu ápice no Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-feira Santa, a sexta-feira da paixão e morte do Senhor e a solene Vigília Pascal, no sábado à noite. Esses três dias formam uma grande celebração da páscoa memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus.

A liturgia da Quinta-feira Santa nos fala do amor, com a cerimônia do Lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz nosso alimento,  dando-nos seu corpo e sangue. É a manifestação profunda do seu amor por nós, amor que foi até onde podia ir: "Como Ele amasse os seus amou-os até o fim".

A Eucaristia é o amor maior, que se exprime mediante tríplice exigência: do sacrifício, da presença e da comunhão. O amor exige sacrifício e a Eucaristia significa e realiza o sacrifício da cruz na forma de ceia pascal. Nos sinais do pão e do vinho, Jesus se oferece como Cordeiro imolado que tira o pecado do  mundo: "Ele tomou o pão, deu graças, partiu-o e distribuiu a eles dizendo: isto é o meu Corpo que é dado por vós.

Fazei isto em memória de ' mim. E depois de comer, fez o mesmo com o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22,19-20). Pão dado, sangue derramado pela redenção do mundo. Eis aí o sacrifício como exigência do amor.

O amor, além do sacrifício, exige presença. A Eucaristia é a presença real do Senhor que faz dos sacrários de nossas Igrejas centro da vida e da oração dos fiéis.

A fé cristã vê no sacrário de nossas igrejas a morada do Senhor plantada ao lado da morada dos homens, não os deixando órfãos, fazendo-lhes companhia, partilhando com eles as alegrias e as tristezas da vida, ensinando-lhes o significado da verdadeira solidariedade: "Estarei ao lado de vocês como amigo todos os momentos da vida". Eis a presença, outra exigência do amor.


A Eucaristia, presença real do Amigo no tabernáculo de nossos templos, tem sido fonte da piedade popular como demonstra o hábito da visita ao Santíssimo e da adoração na Hora Santa. Impossível crer nessa presença e não acolhê-la nas situações concretas do dia-a-dia.

Vida eucarística é vida solidária com os pobres e necessitados. Não posso esquecer a corajosa expressão de Madre Teresa de Calcutá que, com a autoridade do seu impressionante testemunho de dedicação aos mais abandonados da sociedade, dizia: "A hora santa diante da Eucaristia deve nos conduzir até a hora santa diante dos pobres. Nossa Eucaristia é incompleta se não levar-nos ao serviço dos pobres por amor."

O amor não só exige sacrifício e presença, mas exige também comunhão. Na intimidade do diálogo da última Ceia, Jesus orou com este sentimento de comunhão com o Pai e com os seus discípulos: "Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti... que eles estejam em nós" (Jo 17,20-21).

Jesus Eucarístico é o caminho que leva a esta comunhão ideal. Comer sua carne e beber seu sangue é identificar-se com Ele no modo de pensar, nos senti mentos e na conduta da vida. Todos que se identificam com Ele passam a ter a mesma identidade entre si: são chamados de irmãos seus e o são de verdade, não pelo sangue, mas pela fé. Eucaristia é vida partilhada com os irmãos. Eis a comunhão como exigência do amor.

Vida eucarística é amar como Jesus amou. Não é simplesmente amar na medida dos homens o que chamamos de filantropia. É amar na medida de Deus o que chamamos de caridade. A caridade nunca enxerga o outro na posição de inferioridade. É a capacidade de sair de si e colocar-se no lugar do outro com sentimento de compaixão, ou seja, de solidariedade com o sofrimento do outro. Caridade é ter com o outro uma relação de semelhança e  reconhecer-se no lugar em que o outro se encontra...

Na morte redentora na cruz, Cristo realiza a suprema medida da caridade "dando sua vida" e amando seus inimigos no gesto do perdão: "Pai, perdoai-lhes pois eles não sabem o que fazem." A Eucaristia não deixa ficar esquecido no passado esse gesto, que é a prova maior do amor de Deus por nós. Para isso, deixa-nos o mandamento: "Façam isso em minha memória".

Caridade solidária é o gesto de descer até o necessitado para tirá-lo da sua miséria e trazê-lo de volta a sua dignidade. A Eucaristia é o gesto da caridade solidária de Deus pela humanidade. "Eu sou o Pão da vida que desceu do céu. Quem come deste Pão vencerá a morte e terá vida para sempre".

terça-feira, 27 de março de 2018


domingo, 25 de março de 2018

DOMINGO DE RAMOS



 A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém  ocorre por volta de uma semana antes de sua ressurreiçãoJesus chegou montado em um jumento em Jerusalém e o povo, festivo, lançou seus mantos à sua frente, assim como pequenos ramos de árvores. A multidão cantou parte de um salmo (Salmos 118:25-26) — "Salva-nos agora, te pedimos, ó Javé; Ó Javé, envia-nos agora a prosperidade. Bendito seja aquele que vem em nome de Javé, Da casa de Javé vos abençoamos."5 1 2 3
simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que este é um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra.6 Segundo esta tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Portanto, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria sua entrada como um "príncipe da paz" e não um rei guerreiro.
Em muitos lugares no Oriente Próximo antigo, era costumeiro cobrir de alguma forma o caminho à frente de alguém que merecesse grandes honras. A Bíblia hebraica (II Reis 9:13) relatam que Jeú, filho de Josafá, recebeu este tratamento. Tanto nos evangelhos sinóticos quanto oEvangelho de João reportam que a multidão conferiu a Jesus esta honraria. Porém, nos sinóticos, o povo aparece lançando suas vestes e juncoscortados na rua, enquanto que em João, mais especificamente, menciona ramos de palmeira. Estes eram símbolos de triunfo e vitória na tradição judaica e aparecem em outros lugares da Bíblia (Levítico 23:40 e Apocalipse 7:9, por ex.). Por causa disto, a cena do povo recebendo Jesus com as palmas e cobrindo seu caminho com elas e com suas vestes se torna simbólica e importante.
O sentido da festa do Domingo de Ramos tratar tanto da entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, e depois recordar sua Paixão, é que essas duas datas estão intensamente unidas. A Igreja recorda que o mesmo Cristo que foi aclamado como rei pela multidão no domingo, é crucificado sob o pedido da mesma multidão na sexta. Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos acontecimentos da Semana Santa e também sua solene abertura.
Em muitas igrejas, as folhas de palmeira são guardadas para serem queimadas na Quarta-feira de Cinzas do ano seguinte. A Igreja Católica considera as folhas abençoadas como sagradas.

segunda-feira, 5 de março de 2018

PEDRO SIQUEIRA - PRÓXIMO TERÇO -

.




Terço no Rio de Janeiro em homenagem a São José -                                   19 
de março de 2018.





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sexta-feira, 2 de março de 2018

Roberto Carlos_A montanha

quinta-feira, 1 de março de 2018

*O QUE ACONTECE NO CÉU QUANDO ORAMOS?


Mensagem de MARILIA CARVALHO


Sonhei que fui pro céu e um anjo estava me mostrando o  lugar.

Caminhávamos lado a lado por um "escritório", cheio de anjos.  Meu anjo-da-guarda parou

em frente à primeira seção e me disse: - Essa  é a seção dos Recebimentos.

Aqui, todos os desejos pedidos a Deus em  oração são recebidos.

Olhei ao  redor e estava tudo muito movimentado, com muitos anjos selecionando  pedidos em

volumosas folhas de papel e recados de gente do mundo todo.

E aí continuamos a descer por um longo  corredor até chegarmos na segunda seção.

Então o anjo me disse: -

Essa é a seção de Empacotamento  e Entregas. Aqui, as graças e bênçãos pedidas pelas pessoas

são  processadas e entregues aos que as pediram.

Percebi como, novamente, o lugar estava. Havia muitos  anjos trabalhando naquela seção, pois

várias bênçãos tinham sido  pedidas e estavam a ser empacotadas para a entrega na Terra.

Finalmente, bem distante, no fim  daquele corredor paramos em frente a uma porta.

Para minha surpresa,  havia somente um anjo sentado ali, sem fazer nada. - Essa é a seção do 

Reconhecimento, disse-me o anjo, admitindo isso, parecendo  envergonhado.

- Como assim não há  nenhum trabalho sendo desempenhado aqui?, perguntei.

- É mesmo muito triste, o anjo  suspirou. Depois que recebem as bênçãos que pediram, muito

poucos  retornam para o reconhecimento.

- E  como podemos reconhecer as bênçãos de Deus? 

- Simples, o anjo respondeu. É só  dizer, Obrigado Senhor!

- E quais  bênçãos deveriam ser reconhecidas?, novamente perguntei.

- Se você tem comida em sua  geladeira, roupas sobre você, um teto e uma cama para dormir

você é  mais rico do que 75% das pessoas desse mundo. Se

você tem dinheiro no  banco, na sua carteira e o troco de uma refeição, está entre os 8% de 

afortunados do mundo.

- E se você  receber isso no seu próprio computador, você faz parte do 1% do mundo  que tem

essa mesma oportunidade.

-  Se acordou hoje com saúde, você é muito mais feliz que os muitos que não conseguirão

nem ao menos sobreviver ao dia de hoje.

- Se nunca teve de provar o medo em  uma guerra, a solidão da prisão, a agonia da tortura ou

 pontadas de  fome no estômago, está acima de 700 milhões de pessoas nesse mundo.

- Se podes ir à Igreja sem temer  assédio, prisão, tortura ou morte, você é mais privilegiado

que três  bilhões de pessoas no mundo todo.

-  Se teus pais estão vivos e ainda vivem juntos, você é ainda mais raro.

- Se podes erguer sua cabeça e  sorrir, estás entre poucos. Grande número de pessoas está mergulhada  em dúvida e desespero.

- Está bem.  E agora? Como posso começar?

Se  pôde ler essa mensagem, recebeste uma dupla bênção, pois alguém pensava em você

como sendo muito especial e és mais abençoado do que  mais de dois bilhões de pessoas

no mundo que não conseguem ao menos  ler.

Tenha um grande dia. Conte  todas as suas bênçãos. E se você não se importa, repasse a todos

para lembrá-los o quão abençoados e especiais somos.


ATENÇÃO: Departamento de Reconhecimento

Obrigado,  Senhor, pela habilidade de compartilhar essa mensagem e me presentear  com tantos amigos com quem posso dividir esta bela lição.
Eu agradeço a Deus por tudo, em  especial pela minha família e  pelos meus amigos.

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domingo, 11 de fevereiro de 2018

NOSSA SENHORA DE LOURDES - DIA 11 DE FEVEREIRO






NOSSA SENHORA DE LOURDES 
Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Francisco para nos alertar sobre este chamado.
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

NATAL


Celebrar Jesus que «nasce hoje» e para cada um

Tolentino Mendonça, biblista e poeta, apresenta simbologia do Evangelho de São Lucas




Lisboa, 24 dez 2013 (Ecclesia) - O padre José Tolentino Mendonça, poeta e biblista, disse à Agência ECCLESIA que a solenidade do Natal celebra o nascimento de Jesus também nos dias de hoje, como oportunidade de superar a “autossuficiência”.

“Jesus não nasceu, nasce. Jesus não foi apenas contemplado por aqueles personagens que nós colocamos no presépio, cada um de nós é uma personagem do presépio e tem de sentir-se envolvido nesta história sentindo que ele nasceu para si”,

Segundo o especialista, há quem viva “o mistério do Natal de uma forma muito autossuficiente” dispensando o próprio Jesus, como se “fosse apenas uma conversa”.
“Jesus nasceu para que cada um de nós tenha a possibilidade de nascer mesmo sendo velho, mesmo sentindo que até já viveu coisas contraditórias mas somos chamados a sentir que Jesus nasce hoje para nos fazer nascer neste momento”

O biblista analisa os relatos dos primeiros capítulos do Evangelho de São Lucas, relativos ao nascimento de Jesus, marcados pela “alegria” e pela atenção ao “marginal”.
“Um dos traços muito belos na narrativa da infância é esta espécie de propagação: eu vi e vou chamar outro a ver e vou dizer o que vi e vou contar e tece-se como uma espécie de polifonia. É como que uma luz que não se pode esconder e a propagação é hoje para nós um compromisso muito grande”, refere.
Tolentino Mendonça sublinha que o evangelista Lucas “situa a mensagem de Deus numa história concreta”, nas “coordenadas do tempo e do lugar”.
Nesse sentido, apresenta-se Deus que “rebusca a história, que a revira mostrando as possibilidades inauditas que a história conserva”, desafiando cada pessoa a viver “a emergência da aventura do divino na história pelo mistério da encarnação de Jesus”.

O padre e poeta madeirense dá como exemplo o canto do ‘Magnificat’, no qual Maria recorda não só o passado mas também “o presente atuante redentor de Deus”.
A cidade de Belém, na qual é situado o nascimento de Cristo, recusou “hospitalidade” a José e Maria, grávida, e segundo ele,  “este não reconhecimento há de marcar a vida de Jesus desde o primeiro instante da sua passagem pela terra”.
O estábulo onde nasceu é um “lugar marginal” e a manjedoura um “lugar da comida, dos impuros”, como os pastores, “os últimos na escala social” mas os que “primeiro chegam, que primeiro acolhem a adorar o Deus que nasce”.
“É a grande alegria do nascimento de Jesus e o anúncio de uma salvação para todos, não para os eleitos mas uma salvação que chega a todos os homens e por isso veem os últimos”, explica o biblista.
Para Tolentino Mendonça, todos estes símbolos dizem “alguma coisa do ministério de Jesus que é o salvador de todos mas que abre o seu coração de uma maneira muito particular para os últimos de cada tempo e de cada sociedade”.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dia de Nossa Senhora da Conceição

Dia 8 de dezembro -



Revelação de Nossa Senhora Rosa Mística

Conforme aparição de Nossa Senhora Rosa Mística em Fontanelle (Itália) para Pierina, foi revelado que, no dia 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, ao meio dia , será a hora da graça universal. Nossa Senhora irá interceder, de maneira muito especial, pelos nossos pedidos, feitos neste horário.
Oração
Conceição Imaculada de Maria, por todos os Vossos méritos, abri as portas do Vosso Coração e deixai espalhar pelo mundo todo, graças incontáveis, repletas de bênçãos espirituais e temporais. (Fazer os pedidos).

Reza-se em seguida:
7 Ave-Marias em honra das 7 dores do Coração Imaculado. 
3 Glórias ao Pai em honra da Santíssima Trindade intercaladas com: Rosa Mística, rogai por nós.

Como preparação para o evento do dia 08 de Dezembro, Nossa Senhora indicou o que deveria ser feito:


"Oração e Penitência.

Rezem três vezes ao dia, todos os dias, o Salmo 50, “Miserere”, de braços abertos.”

Na aparição de 08 de Dezembro de 1947, Nossa Senhora declarou: 

“Eu sou a Imaculada Conceição. Eu sou Maria das Graças, Mãe do Divino Filho Jesus Cristo. Pela minha vinda a Montichiari, desejo ser chamada ROSA MÍSTICA.”

“Desejo que todos os anos, no dia 8 de Dezembro, seja realizada a HORA DA GRAÇA UNIVERSAL. Com essa prática serão alcançadas numerosas graças espirituais e corporais.”

“Mesmo àqueles que não puderem ir às igrejas e permanecerem rezando em suas casas ao meio-dia, concederei muitas graças.”

“O quanto antes seja relatado ao Santo Padre da Igreja Católica, o Papa Pio XII, que desejo que esta HORA DA GRAÇA seja conhecida e divulgada em todas as partes do mundo.”

A oração acima poderá ser rezada:
1. Como uma novena preparatória, 9 dias antes do dia da Imaculada Conceição, iniciando no dia 30 de novembro;
2. Em qualquer época do ano;
3. Somente no dia 8 de dezembro, de preferência se possível, ao meio dia, que é a hora da graça universal.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nossa Senhora das Graças - Dia 27 de novembro

Nossa Senhora das Graças



Um dos mais valiosos presentes da Santíssima Virgem para a humanidade, foi dado no dia 27 de novembro de 1830, por meio de Santa Catarina Labouré, humilde freira da Congregação das Filhas da Caridade. Isto foi na Rua De Lubac, no centro de Paris, na Capela da Medalha Milagrosa.
Nesse dia, segundo relata a Vidente, Nossa Senhora apareceu-lhe mostrando nos dedos anéis incrustados de belíssimas pedras preciosas, “lançando raios para todos os lados, cada qual mais belo que o outro”.
Em seguida, formou-se em torno da Virgem uma moldura ovalada no alto da qual estavam escritas em letras de ouro as seguintes palavras, a bela jaculatória:
“Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”.
Esta foi uma prova do céu de que Nossa Senhora é Imaculada, concebida sem pecado original; vinte e quatro anos depois o Papa Pio IX proclamava solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria no dia 8 de dezembro de 1854; e quatro anos após Nossa Senhora aparece em Lourdes e diz a Santa Bernadete: “Eu Sou a Imaculada Conceição”. Quantas provas de sua Imaculada Conceição!
A Virgem apareceu sobre um Globo, a Terra, pisando a cabeça da Serpente e segurando nas mãos um globo menor, oferecendo-o a Deus, num gesto de súplica. E diz a Santa Catarina: “Este globo representa o mundo inteiro e cada pessoa em particular”. De repente, o globo desapareceu  e suas mãos se estenderam suavemente, derramando sobre o globo brilhantes raios de luz. E Santa Catarina ouviu uma voz que lhe dizia:
“Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças. Estas serão abundantes para aqueles que a usarem com confiança.” Em 1832, uma violenta epidemia de cólera assolou a cidade de Paris. Foram, então, cunhados os primeiros exemplares da medalha, logo distribuídos aos doentes. À vista das graças extraordinárias e numerosas obtidas por meio dessa medalha, o povo p´-passou a chamá-la de Medalha Milagrosa. Em pouco tempo, essa devoção difundiu-se pelo mundo inteiro, e foi enriquecida com a composição de uma Novena.
Nossa Senhora foi a única criatura que nunca ofendeu a Deus, por isso o Anjo a chama de “cheia de Graça”; assim, ela encanta o coração de Deus e Este lhe atende todas as súplicas como nos mostra as Bodas de Caná da Galiléia. Se os nossos pecados dificultam a nossa comunhão com Deus e nos impedem de obter suas graças, isto não ocorre com Nossa Senhora, então, como boa Mãe, ela se põe como nossa magnífica intercessora.
Mais do que em outros dias, hoje é dia de Graças; peça tudo o que desejar a Nossa Senhora das Graças e já comece a agradecer; pois, se for para o seu bem, Deus lhe concederá pelas mãos benditas de Sua Mãe querida. Afinal, ela é a Filha predileta do Pai, a Esposa bendita do Espírito Santo e a Mãe Santa do Filho de Deus. O que ela não consegue de Deus?